sexta-feira, 15 de julho de 2016

Biquini Cavadão - Timidez

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Gol da Alemanha! PVC sai da ESPN e vai para a Fox Sports






Reativo o blog depois de meses para expressar minha opinião, minha tristeza e acima de tudo, minha preocupação sobre uma notícia divulgada no fim da noite de ontem e que vai ser muito divulgada entre assinantes dos canais esportivos nos próximos dias: O jornalista Paulo Vinicius Coelho, o PVC vai trocar a ESPN Brasil pelo Fox Sports a partir de janeiro de 2015.
Os que me conhecem um pouco mais sabem de minha predileção pela ESPN. Durante muitos anos classifiquei-me inclusive como um ESPN maníaco. Ocorre que desde a saída de José Trajano do comando do canal, há cerca de 2 anos, o que se observa é que a ESPN perde a cada dia um pouco de sua história. História que foi construída com independência, credibilidade, uma programação que saía da mesmice de outros canais esportivos. O fim de programas como “Pontapé Inicial”, “Histórias do Esporte” e “Loucos por Futebol” só confirmam tudo isso. A overdose de “Bate Bola” e “SportCenter” na programação mostra uma insegurança acima do comum. Reportagens e opiniões são repetidas ao longo do dia nos mais diversos horários e situações. Mas a cultura, a música, as histórias antigas, enfim, a memória do futebol e do esporte brasileiro em si, foram esquecidas, quase que jogadas no lixo na gestão do Sr. João Palomino e sua trupe no comando do canal. Há pouco mais de um mês, outro duro golpe: a perda dos direitos de transmissão da UEFA Champions League, a “menina dos olhos” da ESPN.
PVC deve ter se cansado disso tudo. Na emissora há quase 15 anos, viu o que todos nós, fãs de esportes, estamos vendo a cada dia: a decadência daquele que já foi ,disparado, o melhor canal de esportes do país. E hoje caminha para ser apenas mais um.
Não deixarei de assistir a ESPN Brasil. Não enquanto estiverem por lá, craques como Mestre José Trajano, Dudu Monsanto (outro injustiçado a meu ver), Juca Kfouri, Mauro César Pereira, Paulo Andrade, Antero Grecco, João Carlos Albuquerque e Paulo Soares. Mas sem dúvidas nenhuma, a saída de PVC é uma perda e tanto.
O último a sair que apague a luz.

domingo, 23 de março de 2014

O dia em que conheci José Trajano



                                                 Conversando com Mestre Trajano



                                  Lúcio de Castro, grande jornalista da ESPN, que vem denunciando o esquema   sujo na Confederação Brasileira de Vôlei
                                         



                                    Hoje, os três estão no Fox Sports, mas já foram ESPN Brasil: Guga Villani, Edu Elias e Rodrigo Bueno, que assim como eu, torce pela Holanda.



Minha amiga Patricia Pupe, o filósofo Xico Sá, este blogueiro e Rodrigo Bueno.



                                                          Mestre Fernando Calazans.


                                                 Era para ser o contrário...Valeu, Trajano!!!



Batendo papo com a equipe da ESPN Brasil



                        Eis meu melhor amigo: Marcelo Potência. Sem ele, não seria a mesma coisa....



Há uns quinze anos acompanho a programação da ESPN Brasil. Mas já conhecia José Trajano do "Cartão Verde", mesa redonda da TV Cultura. Sempre gostei do jeitão sincero e rabugento dele. E com o passar dos anos, isso se transformou em admiração confessa. 
Há cinco anos, uma equipe da ESPN esteve em Campos. Consegui realizar um sonho que era fazer parte deste time, por dois dias. Já contei isso aqui.
Também escrevi há pouco tempo que estava decepcionado com os novos rumos que o canal tomou depois da saída de Trajano do comando. Não mudei de opinião.
Mas ainda me identifico como um ESPN maníaco. E foi assim ontem. No dia em que conheci Trajano.
Saí de Campos às cinco da matina. De segunda à sexta, saio às 5:30 rumo a Macaé. Ontem, acordei mais cedo ainda, passeei com Chico, nosso cão, e junto de minha companheira Renata, fomos para a Rodoviária. Estava difícil dormir. Esperei por este dia por mais de dez anos. Mas ele chegou.
Para minha alegria, meu melhor amigo, Marcelo Potência e sua esposa Gizelle também estavam no Rio. Ficamos no mesmo hotel, o Fluminense, na Lapa. E, não. Não farei nenhuma piada sobre o nome do hotel.
O plano inicial era me encontrar com meu irmão Bruno, mas o danado tinha ensaio o dia todo.
Então, depois de chegar ao hotel, tomar um belo banho e descansar um pouco, partimos para o sonhado destino.
O cenário: a Livraria Folha Seca, no centro do Rio. Acho que em nenhum roteiro de cinema, poderia haver uma escolha melhor. Chegamos com meia hora de antecedência e paramos em um barzinho quase ao lado. Uma cerveja para relaxar. Duas cervejas para relaxar. E eis que de repente, Potência fala: 
" Olhe o Trajano chegando!"
Putz... Não sei dizer o senti. Alegria, emoção, nervosismo... Mas, enfim, percebi que não estava sonhando.
No mesmo instante, falei com o pessoal:
"Vamos para a livraria."
Eu fui e os deixei para trás. Mas não conseguia chegar perto de Trajano. Até porque ele tinha acabado de chegar e estava envolvido com os preparativos do lançamento de seu livro "Procurando Mônica-O maior caso de amor de Rio das Flores.", que foi o motivo para este encontro. Bendito livro! Bendita Mônica!
Vendo que eu estava ansioso, mas inerte, meu melhor amigo, o citado Potência, grande filho da puta (no melhor sentido da palavra..), chegou perto de Trajano e falou:
"Trajano, esse aqui é o Gervásio Neto...veio de Campos para te conhecer."
Eis que o Mestre responde:
"Isso é um maluco!!" E me deu um abraço.
Sim, o momento chegara. E o receio de Renata, minha esposa, de que Trajano não me reconhecesse, depois de tantos e-mails, mensagens e kits que ganhei do canal ao longo destes quinze anos, não se confirmou. Mais do que isso. Ele ainda sabe que sou maluco.
Depois disso, foi uma festa! De amigos, de malucos, que assim como eu, saíram de suas cidades para conhecer aquele senhor, dito por muitos como rabugento e mau humorado, mas que ontem conseguiu reunir velhos e novos companheiros de diferentes jornadas, ex-jornalistas da ESPN que nem precisavam estar ali, mas que por admiração, gratidão ou respeito fizeram questão de abraçá-lo e gente muito simples, que se identifica com o personagem principal deste texto. Ainda chega minha amigona Patricia. Tudo perfeito!
Consegui um autógrafo em um camisa da ESPN, conversei com Trajano sobre o fim do Pontapé Inicial (e pude constatar que ele também sente falta), conversei com a equipe maravilhosa do meu canal predileto (clique aqui e veja a matéria) e conheci outros caras que admiro como Fernando Calazans, Lúcio de Castro, Rodrigo Bueno, Xico Sá, entre outros.... 
E quase no fim, quando comprei outro livro para presentear meu irmão Bruno, esperava Trajano fazer a dedicatória, quando ouvi a voz de Potência. De novo, aprontando:
" Trajano, ele disse que quando te conhecesse, ia te dar um beijo na careca."
Caraca! Sempre falei isso mesmo. Mas era de sacanagem. 
Eis que Trajano responde:
"Não. Eu que farei isso". E me deu um beijo na testa. Ou na careca.
Uma demonstração de carinho e respeito. De um cara que mostrou que é o que sempre pensei dele. Boa praça, bom papo, risonho, contador de estórias...
A minha eu termino aqui.
E com um final para lá de feliz.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ajuda-te hoje - André Luiz




Li esta mensagem em uma reunião na noite de ontem e me foi muito útil.
Repasso assim, para os amigos do blog, a fim de que possamos ter uma quarta harmoniosa. E que nos momentos de dificuldade, impaciência e aflição, que aparecerão ao longo do dia, tenhamos a certeza da presença de Cristo em nossas vidas, amparando-nos e fortalecendo-nos.
Independentemente da religião e da fé de cada um, tente receber este texto com o coração aberto e com a certeza de que existe um motivo para isso acontecer.

Uma boa quarta, com muita paz.



AJUDA-TE HOJE

Sim, nas leis da reencarnação, quase todos nós, os filhos da Terra, temos o passado a resgatar, o presente a viver e o futuro a construir.
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se “aqui” e o nosso melhor tempo chama-se “agora”.

Detenhamo-nos, por isso, na importância das horas de hoje.

Ontem, perturbação.
Hoje, reequilíbrio.

Ontem, o poder transviado.
Hoje, a subalternidade edificante.

Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.

Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.

Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.

Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.

Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.

Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.

Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.

Ontem, o ódio.
Hoje, o amor.

Diz-nos a sabedoria de todos os tempos — “Ajuda-te que o Céu te ajudará” —, afirmativa sublime que nos permitimos parafrasear, acentuando: “Ajuda-te hoje, que o Céu te ajudará sempre”.

ANDRÉ LUIZ
(Do livro “Coragem”, Francisco Cândido Xavier)

sábado, 19 de outubro de 2013

É proibido proibir- Por Ruth de Aquino

É proibido proibir

Quer dizer então que só Caetano Veloso tem o direito de dizer o que quiser sem pedir permissão?

RUTH DE AQUINO

"Eu digo não ao não. Eu digo. É proibido proibir. É proibido proibir. É proibido proibir. É proibido proibir.” As repetições não são minhas. São de Caetano Veloso, em música-hino contra a censura e a ditadura, em 1968. Franzino e rebelde, ele reagia às vaias no festival gritando: “Os jovens não entendem nada. Querem matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem”.

Caetano hoje é a favor – com Chico Buarque, Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Djavan e Roberto Carlos – de proibir biografias sem autorização prévia dos biografados ou de seus herdeiros. Essa aliança entre a Tropicália e a Jovem Guarda quer liberar só as biografias chapa-branca. Nossa “intelligentsia” musical é formada por mitos enrugados e calejados por seus atos e desatinos. São músicos brilhantes, mas péssimos legisladores.

Claro que Caetano tem o direito de mudar de campo e querer proibir. A idade mudou e, com ela, a cor dos cabelos. Aumentou o tamanho da sunga e a conta no banco. Anda com lenço e documento. Pode mudar o pensamento. Por que não? Não seria o primeiro. Quem não se lembra da admiração tardia de Gláuber Rocha por Golbery do Couto e Silva? Depois do exílio, em 1974, antes de voltar ao Brasil, Gláuber disse achar Golbery “um gênio”. Pagou por isso.

Caetano só precisa sair do armário. Abraçado a Renan Calheiros e aos podres poderes do reacionarismo – hoje travestidos, na América Latina, de defensores do povo. Na Venezuela, na Argentina, no Equador, na Bolívia, o movimento é o mesmo de nossos compositores no Olimpo. A liberdade de expressão é relativa e tem de ser monitorada e pré-censurada.


Arauto da vanguarda, Caetano tem o direito de reescrever sua história. Em vez de matar o amanhã, o chefão da máfia do dendê quer matar o passado, quando for clandestino e incômodo. Ele agora diz sim ao não. As lembranças privadas, quando tornadas públicas, podem incomodar a sesta depois do vatapá.

O grupo de músicos contra biografias não autorizadas foi intitulado “Procure saber”. Deve ser uma licença poética da MPB, porque significa o oposto: “Procure esconder”. Ou, quem sabe: “Procure aparecer”. Querem acossar nossa Constituição, favorável à liberdade de expressão, com um artigo pernicioso do Código Civil. O Artigo 20 estabelece que textos, palavras e livros poderão ser proibidos por qualquer pessoa, “a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais”.

Os termos são tão subjetivos que poderiam ser usados para cortar e censurar colunas e composições de nossos músicos combativos. Muita gente já sentiu sua honra ferida pela verve da MPB e pelas polêmicas de Caetano na imprensa. Incomoda, portanto, a contradição do libertário provocador. Só ele pode dizer o que pensa sem pedir permissão?

Há outro detalhe que explica a patrulha contra Caetano. Um detalhe moreno de 1,73 metro de altura, coxas fortes e cabelos compridos. É sua ex, Paula Lavigne, que aos 13 anos começou a namorá-lo. Hoje produtora e empresária, Paula ocupa o cargo pomposo de “presidente da diretoria do grupo Procure Saber”, que ela chama de “uma plataforma profissional de atuação política em defesa dos interesses da classe”...

É a mesma que arremessou um BMW blindado contra a garagem do flat onde se hospedava Caetano logo após a separação. Barrada pelos seguranças, derrubou o portão de 270 quilos. Gaba-se de ter multiplicado a fortuna de Caetano. Passou depois a produzir filmes, discos e shows. Presenteou os fãs com uma foto, em rede social, de Caetano pelado. Nu frontal.

Paula tenta ler reportagens antes da publicação, porque acha que pode. Age como imperatriz louca da Tropicália. Sua resposta, no Twitter, a uma colunista da Folha de S.Paulo, dizendo que “mulher encalhada é f...”, não faz jus a seu cargo. “Tw ñ paga minhas contas”, tuitou Paula, isso é “muita baixaria” (!). Ter um porta-voz como ela é suicídio para qualquer causa. Feliz é Chico que se casou com Marieta Severo, atriz com luz própria, discrição, inteligência. Quem acredita no discurso de Paula, de que a preocupação dos músicos é com os lucros do biógrafo e com o sensacionalismo? No Brasil, biógrafo nenhum fica rico com os livros.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que vetar a publicação de biografias que não tenham autorização prévia é “censura” e, por isso, “inadmissível” no estado de direito. Disse que qualquer eventual calúnia ou difamação deve ser reparada pelo Judiciário. O músico Alceu Valença concorda: “Arrisco em dizer que cercear autores seria uma equivocada tentativa de tapar, calar, esconder e camuflar a história no nosso tempo e espaço”.

Em seus artigos, Caetano costuma perguntar se nós, brasileiros, perdemos nossa capacidade de indignação. Ele diz que detesta demagogia. Nós também. Detestamos demagogia, caretice e obscurantismo. Apesar de vocês, amanhã há de ser outro dia.

Hoje é dia de Vinicius- parte 2



Anos mais tarde, conheci as antigas canções de Vinicius. As das décadas de 60 e 70.... Às vezes tenho a sensação de ter vivido na época da Bossa Nova, tamanho é meu fascínio por este período marcante de nossa música. 
Hoje estou desde a hora que acordei vendo e ouvindo Vinicius. E lembrando muito, mas muito mesmo de outras manhãs de sábado em que ia para casa de Tia Ceila (bastava pular uma janela..rs) e ouvia os clássicos do Poetinha em interpretações marcantes de Miúcha, Toquinho, Tom... Saudades dela... Saudades de Lalá... Na casa delas, na Miguel Herédia, comecei a escutar com mais frequência estes caras. E sempre com gente bacana e inteligente ao redor.
À elas, minha gratidão e carinho. Especialmente hoje.

Hoje é dia de Vinicíus- Parte 1




A primeira vez que me lembro em ouvir algo sobre Vinícius de Moraes, eu era moleque. Devia ter uns 7, 8 anos. Na verdade, tenho certeza que antes disso, de repente ainda na barriga de minha mãe, escutava suas composições. Mas minha memória afetiva me remete ao especial "A Arca de Noé", de 1980. Portanto, com 8 anos.
Vimos o especial e minha mãe depois comprou o LP. Era uma festa!! Como tudo lá em casa acabava em teatro, fazíamos performances sobre as músicas do espetacular e inesquecível programa! Escrevo isso, ouvindo as músicas e viajando no tempo. Emocionar-me é consequência...
Anos depois, comprei o cd para minha sobrinha Estela, ainda pequena. Entretanto, eu acabava escutando mais do que ela.
E a canção que mais marca é está aí: "A porta", com Fábio Jr.
Mas como esquecer clássicos como "O Pato", com MPB-4, "Corujinha", com Elis, "A Casa", com Boca Livre....
Vinícius tem e sempre terá uma importância enorme em minha vida. Como é bom começar o sábado reverenciando e lembrando o Poetinha!!!

domingo, 11 de agosto de 2013

Para meu pai




Pai, como é bom ter você por perto neste domingo!
Obrigado pela sua presença, sua amizade, por ter me passado a paixão pelo Botafogo (nem sempre é fácil, mas mesmo assim é muito bom!!!), pelo futebol de botão, pelas peladas.... Obrigado por me fazer um cara interessado na política, mesmo com tantas decepções ao longo dos anos. Pelos domingos que ficávamos ouvindo as resenhas esportivas pelo rádio até tarde, pelas peladas que jogava conosco no quintal da casa das Palmeiras, por levar nossos amigos e primos para o Jardim São Benedito e Salesiano nos sábados, mesmo quando passava a semana toda viajando. Pelo apoio que me deu inúmeras vezes quando fui motorista da sua empresa e tive a chance de conhecer lugares como Rosalvo, em Bom Jesus (não dá para esquecer aquele dia!!rsrs) e pela confiança que teve em mim, mesmo eu não correspondendo em algumas situações. Pelo mesmo apoio que deu e continua dando a seus filhos.
Que consigamos nos manter unidos, seja em telefonemas rápidos, em reuniões familiares comendo pizza no Seu Santo, te levando para o culto na Miguel Herédia ou em qualquer outro momento em que estejamos juntos.
Tenho saudades de domingos com a casa cheia, meus irmãos todos presentes brigando pela coxa do frango assado. Tenho saudades quando tínhamos só uma televisão em casa e você abria mão de ver Show do Esporte na Bandeirantes para Léo, Bruno e Adriana verem desenho (na época ficava puto!!rs), saudades de ver você com a máscara de Tancredo depois da decepção da Campanha das Diretas. Saudades da época de aperto, mas que se tornavam inesquecíveis porque você ficava mais perto da gente, jogando bola, botão... E como esquecer das memoráveis e inacabáveis partidas de War?? Das partidas de buraco?? Como esquecer que votou em Gabeira em 86 porque a gente te pediu??
Por tudo isso e por tudo que ainda viveremos, meu muito obrigado, Seu Gervásio.
Receba o beijo dos seus filhos neste dia. Com carinho, gratidão e TODO AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Parabéns, Caju!!



Hoje, se vivo fosse, Cazuza faria 55 anos. A modesta homenagem de um cara que aprendeu a admirá-lo como cantor e compositor.
Minha geração teve Cazuza e Renato Russo.
Tenho muito a agradecer por isso.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Será - Caio Fernando Abreu


sexta-feira, 29 de março de 2013

O que uma pedalada não faz...



O que uma simples e maravilhosa pedalada não pode fazer com um homem? No meu caso, que acabo de chegar de uma, posso dizer que foi revitalizadora!
Aproveitando um dia pacato na minha cidade, saí com Jennifer (nome da minha bicicleta), que há tempos estava na casa de minha mãe, emprestada ao meu irmão. Cansado e desanimado de me ver sedentário e com os mesmos e enfadonhos programas nos fins de semana (basicamente, cervejinha gelada, internet e tv), acordei hoje com o propósito de mais uma vez mudar essa rotina maçante.
E cá estou, depois de muito tempo, dividindo este momento de alegria com a minha vitória de hoje. A trilha sonora no meu celular me ajudou: só rock e bem vibrante: Red Hot, Legião, Midnight, Barão, Cazuza, Men At Work.... Ok,ok... Só música de velho, alguns dirão. Pode ser. Mas nesta ocasião é tudo que eu precisava ouvir. 
Como não consigo ver as mudanças de Campos durante a semana, e nos fins de semana quando eu saio, é sempre de carro, me assustei com algumas coisas. A mais comum: casas demolidas e prédios em construção. Tudo bem, é o preço do progresso, dirão alguns. Mesmo assim doeu. Lugares que fizeram parte de minha história. Aonde vamos parar?
Mas o ponto alto mesmo foi  chegar até o Liceu com Renato Russo cantando "... a minha escola não tem personagem, a minha escola tem gente de verdade..", trecho de "Vamos fazer um filme". Só quem é liceísta sabe o que isso quer dizer. Só quem é...
Espero que amanhã acorde com esta mesma disposição. E possa fazer como amigos que optaram por ter uma vida mais saudável e feliz usando a bicicleta para conhecer e explorar novos lugares. Ou, como fiz hoje, matar saudades de lugares do passado. Um passado feliz.
E que o futuro venha. Mais feliz ainda.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Charge do dia- S. Salvador



                                        Esta charge do S. Salvador foi feita originalmente para o Estado de Minas