sábado, 31 de maio de 2008

domingo, 25 de maio de 2008

Valeu Guga!!!


Sou um apaixonado por esportes. E há 11 anos ouvi pela primeira vez um nome que marcaria a história do esporte brasileiro. Hoje, ele se despediu oficialmente. Ainda muito emocionado pelas belíssimas imagens transmitidas agora há pouco em mais um show da ESPN Brasil, sou mais um a agradecer à Guga por tudo que fez durante esses 11 anos. Se nos últimos 4 ou 5 já não era mais o mesmo, em virtude de problemas físicos, nunca deixou de estar nos corações dos brasileiros, seja pela sua simpatia e carisma constantes, seja pelo exemplo de carinho e gratidão com seus familiares e amigos mais próximos. Hoje no meu quarto vendo a última partida, lembrei-me de um domingo. 8 de junho de 1997, quando eu estava no mesmo lugar vibrando com aquele moleque que na grande final, venceu o espanhol Sergi Bruguera por 3 sets a 0 (6/3 6/4 6/2). Com a vitória ele havia derrotado nada menos que os últimos quatro campeões do torneio : Bruguera, em 93 e 94, Muster, em 95 e Kafelnikov, em 96.

O tempo passou e o ano 2000 foi inesquecível. Guga conquistou cinco títulos, sendo um deles o bi em Roland Garros e o Masters Cup, tornando-se o número 1 do mundo ao derrotar tenistas como os consagrados, Pete Sampras e André Agassi.

Ao todo foram 20 títulos, incluindo o tri em Roland Garros e o título do Masters Cup de Lisboa que o consagrou como o melhor do mundo. Além disso, Guga ficou 43 semanas na liderança do ranking mundial e foi o primeiro tenista sul-americano a ocupar tal posição.
Guga sempre esteve não só preocupado como também bastante envolvido em questões sociais, desde o início de sua carreira. A convivência com seu irmão Guilherme, que possuía necessidades especiais, e sua mãe, que é assistente social, contribuiu para tal. As atividades sociais de Guga cresceram proporcionalmente às suas vitórias em quadras. Em 1997, Guga doou US$ 500,00 para a APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - para cada partida disputada, independente do resultado. Em 1998, o tenista foi eleito o Presidente das Ações de Caridade da ATP - Associação dos Tenistas Profissionais. Durante o período criou o programa "Guga e os Amigos da APAE," em que doou U$ 200 por jogo que disputou no circuito de simples e duplas.Durante o início de sua carreira profissional, além das doações contínuas para a APAE, Guga também participou de eventos beneficentes promovidos durante diversos torneios, além de autografar roupas e materiais que foram leiloados e cuja renda foi revertida para instituições sociais. Atualmente Guga preside o IGK – Instituto Guga Kuerten – que já atendeu mais de 10 mil pessoas em Santa Catarina.

Ou seja, um exemplo a ser seguido, dentro e fora das quadras. Eu particularmente agradeço ao Guga, por ter me dado a oportunidade de conviver e conversar mais com meu pai, amante do tênis, durante esses anos. E também por mais uma manhã emocionante que nos proporcionou, ao ver protocolos serem quebrados no tradicional mundo do tênis. Poucos conseguem um feito como esse. Guga é um deles. Gostando ou não de tênis, que possamos guardar o sorriso frequente, os gritos a cada raquetada, as declarações de amor ao esporte e aos que sempre o apoiaram.

Valeu GUGA!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Mais uma perda....


Depois de Arthur da Távola, mais uma perda enorme no campo político. Morreu esta manhã o Senador Jefférson Peres (PDT/AM). Dono de personalidade forte, seco nas palavras e nos gestos, teve atuações decisivas e elogiadas em vários momentos conturbados que o País passou nos últimos anos. Uma referência no Senado Federal pelo comportamento ético, era sempre ouvido nos momentos de crise, em virtude dessa conduta tão rara hoje em dia entre nossos políticos. Não tinha o costume de mudar suas opiniões, mesmo que essas opiniões pudessem de algo forma prejudicar aliados partidários como o Ministro Carlos Lupi e o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), envolvidos em denúncias sérias nos últimos meses.
Mais sobre o Senador (globo.com):
"O senador Jefferson Péres nasceu em 1932, na cidade de Manaus (AM). Filho de Arnoldo Carpinteiro Peres e Maria do Carmo Campelo Peres, ele se formou em Direito em 1959 e em Administração de Empresas em 1967. Péres foi eleito vereador por duas vezes a partir de 1988 e eleito senador pela primeia vez em 1995. Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) desde o inicio de 1999 e foi reeleito senador em 2002. Em 2003, o senador se recusou a participar do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, época em que foi escolhido líder da bancada do PDT no Senado."

terça-feira, 13 de maio de 2008

Que dupla!!!


Mesmo sem muita vontade de escrever, hoje tenho que falar um pouquinho sobre duas pessoas que amo muito. Como fazem aniversário praticamente juntos, deixo aqui nesse meu canto o meu beijo e o agradecimento por fazerem parte dessa minha "vida louca vida".

Um é meu irmão caçula, mas com jeito de mais velho, pois em boa parte dos meus 36 anos, apesar de seu estilo nômade, se mostrou sempre um grande amigo totalmente disposto a me ouvir e ajudar. Seu temperamento sereno, às vezes irritantemente zen, contrasta com a agitação que herdei de Oninha. E tenho certeza que ele que é bem mais feliz...

A outra pessoa é um adolescente que hoje faz 15 anos. Meu sobrinho, meu amigo, meu eterno reizinho...Yan!Líder, sincero, flamenguista e namorador como seu pai. Sensível, simpático e amigo como o Tio Bruno...Bom terminar o dia brindando à vida e a esses dois caras que só me dão orgulho!! Tim Tim!!!

domingo, 11 de maio de 2008

Dia das mães especial


Não vivo um momento muito legal e isso acaba influenciando na minha vontade de escrever. Ando um pouco arredio e querendo ficar sozinho por não me considerar uma boa companhia. E com esse blog, posso por mais vezes do que muitos pensam, expressar algumas coisas que penso. Hoje, por exemplo, dia das Mães. Acordei pensando e relembrando alguns domingos como esse que vivi junto de minha mãe e meus irmãos. Era tradicional invadirmos seu quarto no domingo cedinho levando café da manhã, lembrancinhas que durante a semana fizemos na escola, cartinhas e cantando músicas que celebram as mamães. Já algum tempo, esse ritual não existe, mas é impossível que isso não venha à mente no dia de hoje. Mas graças ao bom Deus, ainda tenho a minha mãe por perto, para abraçá-la, beijá-la e reafirmar todo o amor e gratidão que tenho. Porém, qual o motivo para que a maioria de nós, filhos, só façamos isso no segundo domingo de maio?? Por que não no dia a dia?? Ou com mais frequência pelo menos?? Será que somos realmente gratos à elas?? Fazendo um mea-culpa, tenho a consciência que tenho muito a fazer ainda. Por tudo que Oninha- chamo minha mãe assim...- fez por mim, meus irmãos e seus netos, o mínimo que ela merecia era que ao menos tivéssemos um dia das mães mensal e não anual. Assim como minha mãe, tantas outras mereciam o mesmo.

Hoje tive uma oportunidade rara e maravilhosa. Almocei com minha mãe e minha avó paterna, além de vários outros familiares. Para um cara que se acostumou com casa cheia de irmãos, parentes e familiares, fica um vazio danado ver a minha sem esse clima. E por isso, foi um belo domingo!! Mesmo que eu esteja um pouco estranho, e até meio frio com algumas coisas, foi uma bela chance de matar saudades de uma época que não volta mais.

Por isso meu agradecimento especial ao Grande Criador por esse dia, e por tantas mães especiais que passaram em minha vida louca vida:Alcione, Anita, Gê(minha mãe preta), Ceila, Nina, Ana P.O., Edna....e um pedido especial pelas mães do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá. Sei que muitos hoje lembrarão muito da pequena Isabela e sua mãe Ana Carolina Oliveira. No meio dessa comoção nacional, infelizmente em algumas oportunidades, impulsionada pela guerra de audiência, me rendo hoje ao sofrimento dessas duas mães, que com certeza, sofrem demais neste momento.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Perda irreparável


Acometido por uma gripe enjoada e com o astral em baixa nesta sexta, ainda me vejo mais triste. Faleceu nesta tarde o jornalista Artur da Távola. Em mais um momento de desilusão com as coisas da política, seja no âmbito municipal ou nacional, é de se lamentar e muito esta perda. Fui seu eleitor em algumas ocasiões, mesmo que não concordasse com os ideais tucanos. Para mim, valia o fato de votar em alguém que sempre se mostrou sinceramente interessado com os rumos que nosso país tomava. Abaixo texto da "Folha on line":
"O ex-senador e jornalista Paulo Alberto Monteiro de Barros, conhecido como Artur da Távola, morreu nesta sexta-feira aos 72 anos no Rio de Janeiro, em sua casa. Ele sofria de problemas cardíacos desde agosto de 2007, quando esteve internado por longo período. Ele iniciou sua carreira política em 1960. Foi deputado federal do PTN pelo antigo Estado da Guanabara. Dois anos depois se elegeu deputado constituinte pelo PTB. Cassado pelo regime militar, ele viveu na Bolívia e no Chile entre 1964 e 1968. No retorno ao Brasil assumiu o pseudônimo de Artur da Távola. Foi um dos fundadores do PSDB, onde exerceu mandatos de deputado federal até 1995, e de senador (1995-2003). Em 1988, concorreu à Prefeitura do Rio de Janeiro, mas não foi eleito. Ele fazia o programa "Quem tem medo de música clássica", para a TV Senado. Também escrevia crônicas para o jornal "O Dia". O jornalista também teve programas na Rádio MEC e na TV Cultura. Leia abaixo a última mensagem postada em seu blog na internet em 4 de janeiro: "Embora enfermo desde agosto de 2007, com risco de vida, nas breves oportunidade em que não esteve internado, o titular deste blog nele não mais pôde escrever. Ele ficou aberto sujeito à interferência de internautas que se comprazem em entrar em domínios alheios. Embora não mais internado em hospital prossigo em tratamento doméstico e assim será por algum tempo. Nessas circunstâncias, peço desculpas a quem o procure. Ele está momentaneamente congelado por seu titular. Espero voltar na plenitude de minhas possibilidades dentro de dois ou três meses. E conto com sua compreensão."
Texto da globo.com:

Amigos lamentam a morte
O jornalista e escritor Sérgio Cabral lembrou que o Artur da Távola era um carioca amante da cidade. “Esse lado carioca ele revelou nas crônicas que escrevia. Ele falava do Rio do bonde, da criatividade do carioca. Estava atento a tudo isso, ao Rio antigo, moderno, romântico, malandro. Ele curtia esse carioquismo, era um carioca exemplar.” Cabral contou que ficava impressionado com a articulação de Paulo Alberto. “Foi um dos maiores oradores que já vi na minha vida. Desde jovem, quando se elegeu deputado já era brilhante e chamava a atenção pelo brilhantismo da sua oratória.” O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo, lamentou a morte do amigo, que fazia parte do conselho deliberativo da entidade. “A gente recebe essa notícia com profundo pesar. Além de grande intelectual, jornalista notável, ele era uma criatura humana excepcional pela sensibilidade e carinho que devotava às pessoas. Seu desaparecimento nos causa forte dor, seja pelos atributos intelectuais, seja pela pessoa extremamente afetiva”, lamentou. O cineasta Zelito Viana, também amigo do jornalista Artur da Távola, lamentou a morte e lembrou que Paulo Alberto tentou sempre ser conciliador. “Ele tinha uma capacidade enorme de criar o consenso, ele procurava sempre o meio termo, conciliando os antagonismos.”

Obrigado por tudo Artur da Távola!!

terça-feira, 6 de maio de 2008

"Ganhando ou perdendo..sou BOTAFOGO assim mesmo"


O título desse texto tirei do msn do meu velho. Graças a ele sou alvinegro!! Valeu Pai!!


Já se vão dois dias da fatídica decisão. Mas até hoje recebo recadinhos via torpedo, msn e orkut de amigos sobre o resultado de domingo. Hoje inclusive uma grande e especialíssima amiga, a Dra. Cíntia Pinheiro Fagundes (já citada no texto dos Saltimbancos), melhor dentista da América Latina (mande a verba depois...) cobrou-me um texto sobre o jogo. Pois bem. Esse é o momento.

Primeiramente devo dizer que estou feliz. Pessoas que amo muito torcem pelo outro time: meus sobrinhos Yan e Estela (na verdade começaram a torcer depois de muita pressão familiar, pois eram botafoguenses até os 2 anos...rsrs), meu irmão Léo e minha Tia Ceila torciam também...Tia Nina, Gigi, Gugu, Denny, Marquinho, só para citar alguns amigos... Mas quem me conhece há algum tempo sabe o que sinto quando vejo uma camisa do time da Gávea. Nunca escondi de ninguém o meu pensamento. Só que com o tempo acho que amadureci. Ainda sou um pouco maluco e supersticioso sim, como todo bom botafoguense, mas como todos sabem, só amadurecemos na porrada. É assim em nossas vidas e acredito que tenha sido assim comigo em relação ao Botafogo. Fatalmente estaria vibrando e sacaneando os torcedores do outro clube, como eles fizeram comigo, mas o que posso fazer se mais uma vez meu Fogão deixou a desejar?? Sou admirador do trabalho e do estilo do Cuca e do Bebeto, porém nos momentos cruciais algo acontece. E quem sofre somos nós, torcedores....

Mas de uma coisa não se pode duvidar. O título foi justo. O outro time jogou bem melhor, com mais garra e vontade. Só não faço coro mais com aqueles que falam e exaltam tanto a famosa Nação. Depois que marcamos nosso gol a tão propagada torcida aquietou-se. Infelizmente não tivemos competência e vontade para marcarmos mais um no primeiro tempo. E por isso, o resultado foi justo. De qualquer forma continuo apaixonado pelo meu Fogão e detestando o outro time. Só acho duas coisas. Somos a nova versão do Vasco. É chegar na final contra o outro time e o resultado já é sabido com antecedência. Ano que vem se continuar assim, torcerei pelo Flusão no Campeonato Carioca...rsrs .. E por último, precisamos urgentemente mudar nossa música, pois já ficou provado que o tal do "E ninguém cala o nosso amor..." dá um azar danado... desde que a música-por sinal maravilhosa- começou a ser cantada pela massa alvinegra nos estádios, viramos o time do quase. E chega de quase!!!!!!!!!!!!!!

SAUDAÇÕES APAIXONADAS BOTAFOGUENSES!!


PS- Contratar Carlos Alberto é brincadeira!!! Acorda Bebeto de Freitas!!!!

Uma pirueta...duas piruetas...


Indescritível!!!
Há cerca de duas semanas fui surpreendido pela notícia dada por Rachel: "Estou com um DVD dos Trapalhões que têm alguns filmes, entre eles "Os Saltimbancos Trapalhões".
Caramba!! Convivendo comigo há 5 anos e alguns meses, sabe bem ela o que esse filme representa para mim. Por diversas vezes falei sobre esse filme. E sobre outros filmes e os domingos vendo "Os Trapalhões". Pouca importa para mim o que falam do atual programa do Renato Aragão- que confesso, não vejo por achar que faltam 3 caras ali-. Mas quando se fala nos "Saltimbancos" é uma viagem ao túnel do tempo ao velho estilo Vídeo Show.
O ano era 1981 ou 82. Morava em Cabo Frio na inesquecível casa de São Cristóvão. Sem dúvida, a melhor fase de minha infância!! Quando estreava filme dos "Trapalhões", o Cine Recreio enchia!! Era uma guerra!! Guerra de pipoca, de papel de bala, jujuba!! Farra boa!!
Semana passada, na segunda-feira quando normalmente vejo "Linha de Passe" na ESPN Brasil, fui ver "Os Saltimbancos" depois de muitos anos. E mais uma vez chorei...é ouvir "uma pirueta, duas piruetas" que volta tudo....e bate uma saudade doida daqueles tempos e principalmente de meu irmão.
Hoje passei por nova experiência. Chegando do escritório, Bruno assistia ao filme e minutos depois estávamos eu, ele e mamãe deitados nos deliciando, dando risadas, matando saudades. E como há alguns dias não escrevo nada aqui, achei a inspiração necessária para fazê-lo.
Quero dedicar este texto ao meus irmãos, à minha noiva que me deu a chance de rever esse filme e à minha amiga e eterna Miss Simpatia Cintia Pinheiro Fagundes. E ela sabe o motivo...
Não consegui colocar o vídeo, mas quem quiser matar saudades é só clicar:

http://www.youtube.com/watch?v=A85lIztoKAc
Bom terminar o dia com essa sensação de saudade e alegria!!

Sobre o filme:

O encontro improvável entre um bardo sambista da MPB e um grupo de humor televisivo soltou faísca ao menor atrito. Bom pra todos: Chico Buarque procurava outros temas, uma vez que a resistência à ditadura tornava-se redundante com a abertura do general Figueiredo (seu disco daquele ano, Almanaque, não tinha uma música de protesto sequer), e os Trapalhões precisavam de um prumo para ajudar sua carreira cinematográfica deslanchar de vez. E descobrimos um Chico acanalhado e Didi, Dedé, Mussum e Zacarias funcionando – e bem – sem a ajuda da TV. Da circense – e emblemática – “Piruetas” à cândida “Minha Canção”, a trilha passa pelo forró “Rebichada”, o rock “A Cidade dos Artistas” (com Elba Ramalho), a doce “Hollywood” (com Lucinha Lins) e o xote “Alô Liberdade” (com Bebel Gilberto), sem perder o rebolado e a graça. Mas o Chico subversivo ainda dava sinais nas entrelinhas – das desculpas ao “Meu Caro Barão” à “réstia de luz onde dorme o meu irmão” (que, sutilmente, aponta os últimos porões do Dops). Fora o próprio tema do filme, adaptado da versão que Chico fez de uma peça infantil italiana nos anos 70 – que canta, sem remorso, “todos juntos somos fortes/ Não há nada a temer "

Sensação indescritível!!!

quinta-feira, 1 de maio de 2008



"N"

NANDO REIS

"E agora, o que eu vou fazer?

Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?

E as lágrimas não secaram com o sol que fez?

E agora como posso te esquecer?

Se o teu cheiro ainda está no travesseiro?

E o teu cabelo está enrolado no meu peito?


Espero que a semana acabe

Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe

Para que você retorne

Pra que eu possa te abraçar

E te beijar

De novo

E agora, como eu passo sem te ver?

Se o seu nome está gravado no Meu braço como um selo?

Nossos nomes que tem o n como um elo

E agora como posso te perder?

Se o teu corpo ainda guarda o Meu prazer?

E o meu corpo está moldado

Como o teu?"