domingo, 11 de maio de 2008

Dia das mães especial


Não vivo um momento muito legal e isso acaba influenciando na minha vontade de escrever. Ando um pouco arredio e querendo ficar sozinho por não me considerar uma boa companhia. E com esse blog, posso por mais vezes do que muitos pensam, expressar algumas coisas que penso. Hoje, por exemplo, dia das Mães. Acordei pensando e relembrando alguns domingos como esse que vivi junto de minha mãe e meus irmãos. Era tradicional invadirmos seu quarto no domingo cedinho levando café da manhã, lembrancinhas que durante a semana fizemos na escola, cartinhas e cantando músicas que celebram as mamães. Já algum tempo, esse ritual não existe, mas é impossível que isso não venha à mente no dia de hoje. Mas graças ao bom Deus, ainda tenho a minha mãe por perto, para abraçá-la, beijá-la e reafirmar todo o amor e gratidão que tenho. Porém, qual o motivo para que a maioria de nós, filhos, só façamos isso no segundo domingo de maio?? Por que não no dia a dia?? Ou com mais frequência pelo menos?? Será que somos realmente gratos à elas?? Fazendo um mea-culpa, tenho a consciência que tenho muito a fazer ainda. Por tudo que Oninha- chamo minha mãe assim...- fez por mim, meus irmãos e seus netos, o mínimo que ela merecia era que ao menos tivéssemos um dia das mães mensal e não anual. Assim como minha mãe, tantas outras mereciam o mesmo.

Hoje tive uma oportunidade rara e maravilhosa. Almocei com minha mãe e minha avó paterna, além de vários outros familiares. Para um cara que se acostumou com casa cheia de irmãos, parentes e familiares, fica um vazio danado ver a minha sem esse clima. E por isso, foi um belo domingo!! Mesmo que eu esteja um pouco estranho, e até meio frio com algumas coisas, foi uma bela chance de matar saudades de uma época que não volta mais.

Por isso meu agradecimento especial ao Grande Criador por esse dia, e por tantas mães especiais que passaram em minha vida louca vida:Alcione, Anita, Gê(minha mãe preta), Ceila, Nina, Ana P.O., Edna....e um pedido especial pelas mães do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá. Sei que muitos hoje lembrarão muito da pequena Isabela e sua mãe Ana Carolina Oliveira. No meio dessa comoção nacional, infelizmente em algumas oportunidades, impulsionada pela guerra de audiência, me rendo hoje ao sofrimento dessas duas mães, que com certeza, sofrem demais neste momento.