domingo, 8 de maio de 2011

Quando Deus criou as mães



Quando Deus criou as mães

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

* * *

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.


Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.

sábado, 7 de maio de 2011

Você e o mundo- Ghandi



"Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo.
O que importa mesmo é o que você é.
Mesmo que outras pessoas não se importem.
Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Não julgue para não ser julgado.
Um covarde é incapaz de demonstrar amor
- isso é privilégio dos corajosos."

Toda palavra- Viviane Mosé



"Procuro uma palavra que me salve
Pode ser uma palavra verbo
Uma palavra vespa, uma palavra casta.
Pode ser uma palavra dura. Sem carinho.
Ou palavra muda, molhada de suor no esforço da terra não lavrada.
Não ligo se ela vem suja, mal lavada.
Procuro uma coisa qualquer que saia soada do nada.
Eu imploro pelos verbos que tanto humilhei
e reconsidero minha posição em relação aos adjetivos.
Penso em quanta fadiga me dava
o excesso de frases desalinhadas em meu ouvido.
Hoje imploro uma fala escrita,não pode ser cantada.
Preciso de uma palavra letra grifada grafia no papel.
Uma palavra como um porto
um mar um prado
um campo minado um contorno
carrossel cavalo pente quebrado véu
mariscos muralhas manivelas navalhas.
Eu preciso do escarcéu soletrado
Preciso daquilo que havia negado
E mesmo tendo medo de algumas palavras
preciso da palavra medo como preciso da palavra morte
que é uma palavra triste.
Toda palavra deve ser anunciada e ouvida.
Nunca mais o desprezo por coisas mal ditas.
Toda palavra é bem dita e bem vinda. "

O poder da sombra- Deepak Chopra



Se você não pode enxergar a própria sombra, precisa procurá-la.
A sombra se esconde na vergonha, nos becos escuros,
nas passagens secretas e nos sótões fantasmagóricos de sua consciência.
Ter um lado sombrio não é possuir uma falha, mas ver completo.
ENCONTRE O PODER ESCONDIDO NA SUA VERDADE.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Promoção imperdível!!!



Que disposição!!


A notícia é um pouco antiga, mas é bem pitoresca.

domingo, 1 de maio de 2011

Viva o Jardim São Benedito!!!
















Queria estar aqui antes dividindo com meus 7 leitores a alegria que tive hoje ao começar meu dia com uma bela caminhada no Jardim São Benedito,aqui em Campos, um lugar muito especial para este blogueiro. Felizmente, resolvi partir para Grussaí com minha Renata e tivemos um dia bem bacana. Mas ainda dá tempo de relembrar e postar algumas fotos do Jardim.

Quem mora ou morou em Campos, e tem entre 30 e 40 anos, tem as melhores recordações daquele lugar. Ali, em 1979, aprendi a andar de bicicleta e esperava ansiosamente meu pai chegar de suas viagens como representante comercial, para, aos sábados, passar na casa dos colegas de João XXIII e dos meus primos, e levar-nos para peladas na antiga quadra, situada ainda hoje na Rua Saldanha Marinho.


O tempo passou, morei 9 anos em Cabo Frio, mas sempre que vinha a Campos, lá estava eu no velho Jardim São Benedito. Os anos 90 chegam, e mais velho, continuo a fazer meus gols naquelas quadras, junto com meus amigos de Liceu.


Alguns anos se passam, e lá estou com meus sobrinhos Yan e Estela começando meus sábados e domingos. Saudades de Léo, tia Ceila, Lalá, e dos shows nos domingos de MPB nos domingos de manhã. Uma pena que junto com maravilhosos espetáculos, vinha o super faturamento. Resultado: fins dos shows.


Com prós e contras, o Jardim São Benedito ainda é um lugar muito especial para muitos. Hoje vi e ouvi, senhoras caminhando, pais chegando com seus filhos, gente chegando para a missa na Igreja, o som dos passarinhos e infelizmente um certo desleixo, como sacos plásticos em um dos lagos do local, repleto de peixes.

Mas foi bom demais começar meu dia por lá.


Semana que vem tem mais.