segunda-feira, 7 de julho de 2008

Parece que foi ontem...


A frase é batida e um pouco exagerada, mas em se tratando do personagem desta nota cairá muito bem. Há exatos 18 anos morria Agenor de Miranda Araújo Neto. Não sabe quem é?? Cazuza, o poeta do Rock!

Sou absolutamente suspeito para falar de Caju (apelido para os mais íntimos), porque sou um fã incondicional de seu talento, suas músicas e seu jeito. Quem acompanha minimamente este blog, e os amigos mais próximos sabem muito bem disso. Não entrarei mais uma vez no mérito das besteiras, exageros e loucuras que ele cometeu ao longo da vida. Ele mesmo, com certeza, sabe muito bem que exagerou na dose....E sua mãe tratou de transformar a perda trágica de um filho numa lição de vida.
Como já escrevi na nota abaixo, minha adolescência foi movida a Rock Nacional, e Cazuza foi aquele que mais ouvi. Até mesmo o nome deste blog já comprova sua importância na minha vida. É o título da música de Cazuza que mais gosto. Nem vou me alongar....Mas não poderia deixar passar em branco esta data. Hoje acordei com a sensação que era uma data especial..um aniversário de alguém, ou algo assim. Graças ao meu amigo e também blogueiro Gustavo Rangel (http://www.fotosfatoseafins.blogspot.com/), tive tempo de vir aqui. Valeu Guga!!! Valeu Caju!!!

Como forma de homenagem, deixo a letra da música que dá nome a este blog...e quem quiser ver o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=DGh0FLLqy48&feature=related
Todo o amor que houver nesta vida
Cazuza e Roberto Frejat
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria