segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Universal aceitará cartão de crédito

Semana passada conversando com uns amigos, surgiu o nome da Igreja Universal. E Denny, amigo-irmão de quase 20 anos, muito sacana, disse que agora a dita igreja está aceitando até cartão de crédito. Logicamente levei aquele comentário na brincadeira, mas agora lendo o Blog do Noblat, achei a seguinte nota:
"Compre seu lugar no céu pagando com cartão de crédito
O comando da Igreja Universal comprou há três meses por R$ 2 mil cada uma 400 máquinas de cartão de crédito. Em seguida encomendou à operadora de cartão VISA um software especial que dispense a parcela referente a impostos automaticamente descontada a cada pagamento que se faz com um cartão de crédito comum.
A Universal usará as máquinas para recolhimento parcelado do dízimo pago espontâneamente por seus fiéis. Nesse caso não há imposto a ser deduzido. As máquinas serão despachadas para templos que operam em mercados com maior potencial de arrecadação. O software criado pela VISA está pronto e será entregue ainda esta semana.
O uso de cartões de crédito para pagamento de dívidas de fé é algo mais ou menos comum nos Estados Unidos. Aqui, a pioneira foi a Igreja Renascer dos bispos Sonia e Estevam Hernandes, presos no ano passado em Miami depois de entrarem nos Estados Unidos com dinheiro não declarado.
Às vésperas da chegada ao Brasil do Papa Bento XVI, no ano passado, a Arquidiocese do Rio de Janeiro lançou uma campanha publicitária para divulgar o cartão de crédito Solidariedade Católica, projeto lançado durante a Feira da Providência.
O cartão de crédito da Igreja Católica é diferente do cartão de crédito da Universal.
São duas as modalidades do cartão católico, de bandeira Visa, lançado em parceria com o Bradesco, segundo informou à época o jornal Folha de S. Paulo: a nacional, cuja renda mínima é de R$ 400, e o cartão "Gold", que é internacional e exige renda acima de R$ 2 mil.
A anuidade do primeiro custa R$ 60. O Gold custa R$ 160 por ano. Do total desses valores, 30% serão destinados a entidades carentes indicadas pela Arquidiocese.
O cartão católico não serve para pagamento de dízimo."
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Quero ressaltar que respeito a escolha religiosa de cada um. Mas como não sou católico nem evangélico, acho um pouco estranho isso tudo. E em determinadas situações lembro-me de um personagem antigo da "Escolinha do Professor Raimundo" cujo bordão era: "Fazemos qualquer negócio..."