sexta-feira, 10 de outubro de 2008

"Os políticos"


ANTES DA POSSE

Nosso partido cumpre o que promete.

Só os tolos podem crer que

não lutaremos contra a corrupção.

Porque, se há algo certo para nós, é que

a honestidade e a transparência são fundamentais.

para alcançar nossos ideais

Mostraremos que é grande estupidez crer que

as máfias continuarão no governo, como sempre.

Asseguramos sem dúvida que

a justiça social será o alvo de nossa ação.

Apesar disso, há idiotas que imaginam que

se possa governar com as manchas da velha política.

Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que

se termine com os marajás e as negociatas.

Não permitiremos de nenhum modo que

nossas crianças morram de fome.

Cumpriremos nossos propósitos mesmo que

os recursos econômicos do país se esgotem.

Exerceremos o poder até que

Compreendam que

Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE:BASTA LER O TEXTO ACIMA, DE BAIXO PARA CIMA.

6 comentários:

Flávia D'Angelo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Flávia D'Angelo disse...

Neto, tomei a liberdade de trazer um argumento coerente e consciente, de uma pessoa que muito admiro, pelo seu caráter, senso crítico e humanidade.Bom para elevarmos ao nível merecido de um debate numa hora tão sofrida para os campistas que realmente amam sua cidade, e que pensam no coletivo, não somente em seus próprios umbigos(ou bolsos):
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Um dilema necessário

Algo de podre no ar!
Sinto o odor fétido espraiado no ar da planície.
E vem do planalto central.
Uma questão considerada das mais insignificantes dentre as que estavam sendo analisadas pelo foro mor eleitoral.
Surpreendentemente é a análise mais adiada e demorada de todas. Análise complexa com entradas e saídas de personagens importantes do cenário.
Por fim, uma decisão estapafúrdia: considera-se que há condições de elegibilidade do acusado, mas há ainda mérito a ser julgado.
Festa na cidade!
Haverá um segundo turno das eleições campistas.
Os candidatos que foram derrotados são o fiel da balança.
Eles é que resolverão neste curto espaço de tempo quem é o mais indicado.
Eu fico com a opção de escolher a alternância de poder.
O poder em nossa cidade, de estruturas carcomidas por uma oxidação perniciosa, necessita de alterações, ao menos no terceiro escalão.
Este terceiro escalão do poder é infestado por uma espécie de erva daninha que está matando a alma cidadã. Algo do elan vital de nossa acrópolis morre a cada notícia de alguém que enriqueceu da noite para o dia, de alguém que comprou um apartamento de quatro suítes, de projetos multimilionários aprovados, de muitas e muitas superfaturações.

Do outro lado, encontram-se as figuras do casal Garotinho que tenta retornar a arena política depois de duas insatisfatórias experiências no governo estadual.
Esse casal acha dura oposição nos funcionários públicos estaduais, principalmente os professores. Estes alegam que foram maltratados por Rosinha quando esta era sua governadora.
Não posso discutir os detalhes, pois não os vivi.
Todavia, como é urgente a alternância do poder em nossa pobre cidade, eu peço que os funcionários públicos estaduais façam uma avaliação como campistas e optem pela alternância do poder, como saída providencial para nossa cidade, dando a Rosinha uma oportunidade.
Uma oportunidade de retratar-se, de redirecionar sua ação na política e retornar um dia, quem sabe ao cenário nacional.

Peço aos que estão indecisos ou os que votaram na minha amiga Professora Odete que optem pela Alternância de Poder em Campos! Mesmo que não seja a sua opção original. É a opção possível!
Peço que não lavem as mãos diante do sangue das crianças maltratadas, de jovens desesperançados, de velhos desassistidos, de professores, médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos os mais diversos, que não podem assumir sua vaga nos quadros do serviço público municipal, pois estes estão ocupados por grileiros do emprego legal. São cerca de 30 mil grileiros injustamente ocupando a vaga de um honesto concursado. Quantos eu conheço que esperam a sua chamada, após ser aprovado honestamente em concurso!

É diante disso que muitos esperam manter as “mãos limpas” nos aparentemente digno voto nulo.

Não meus amigos, o voto nulo é uma ação pilatesca. Ele não quer sujar-se na condenação de Jesus e abstém-se de julgar.
O voto nulo é um abster-se de escolher um que fatalmente nos governará.
“Mas eu não sujarei as minhas mãos com nenhum dos dois.”
Como não?
Ao anular o voto, abdicando do direito de dizer “sim” ou “não” a atual administração municipal, representada nesta eleição plebiscitária pelo Arnaldo, vê-se dois erros:
1- Manter-se em posição confortável e supostamente “acima do bem e do mal”. Qual o erro dessa decisão? Ninguém pode colocar-se em posição neutra diante de questões graves, pois somos
necessariamente cidadãos e vivemos de nossas escolhas.
A pretensa neutralidade pode estar escondendo um sentimento de superioridade.
2- Ao ser um beneficiário dos serviços municipais, podemos nos sentir um dia que abusamos em sermos usufrutuários que não puderam ao menos, participar da escolha.

Portanto, peço sinceramente o voto para Rosinha, com alternativa de reformulação total do primeiro, segundo e terceiro escalões do poder, o que fatalmente dará ares de renovação política, econômica, cultural, social e moral em nossa Campos.
Postado por Flávio Mussa Tavares

Mário Teresa, disse...

Belo comentário, é uma opção fundamentada.
Existe um culto do ódio ao Garotinho que foi introduzido em Campos, não sou PMDBista nem tão pouco Arnaldista, porém sempre procurei por fundamentos daqueles que defendem o lado A ou B, e o que vejo são rancores e picuinhas, inseridas no seio da população principalmente pelos dois principais jornais da cidade, cada qual segundo seus interesses, e a sensação que tenho é de uma espécie de efeito Matrix, ou seja, manipulação de comportamento.
Tenho conversado com Arnaldistas e PMDBistas afim de compreender esse fenômeno, suas motivações e seu reais interesses, e quase sempre a conversa se inflama de paixão ao invés de razão.
Confesso que no segundo turno fico com o que a colega acima chama de "alternância de poder", embora não seja minha preferência inicial, mas entre as opções que me foram dadas este será meu posicionamento. Ao contrário do primeiro turno, dessa vez me coloco do lado 15 da cidade, e aguardo por quem sabe, mudanças não só de nomes no alto escalão do poder municipal, mas principalmente mudanças de atitude, e quem sabe o start para um tempo de prosperidade que deveria ter chegado a pelo menos uma década atrás.

Gervásio Neto disse...

Flávia, primeiramente obrigado por visitar o blog e participar do debate. O Mário é frequentador assíduo do espaço e é legal saber de sua posição. Mesmo que não concorde com ela.
Já tinha lido este texto no blog de Flávio Mussa. O argumento de alternância de poder é válido, não resta dúvida. Mas não me sensibiliza. Até porque, a meu ver, os dois são do mesmo grupo.
Ainda não me decidi sobre o segundo turno. Nenhuma das duas candidaturas me anima. Quem acompanha este blog há algum tempo sabe disso. Mas uma coisa é certa: Em Garotinho não voto!!! Sou filho de professora.Os 8 anos de reinado Garotinho no Estado foram humilhantes para essa classe. Só isso já bastaria. Mas tem mais. O modo de fazer política do Sr. Anthony é tudo de mais repugnante que conheço. Não usarei este espaço para falar tudo que penso. Não quero começar meu sábado mal. Mas o fato de usar a religião para fins politiqueiros é inadmissível.
Cada um tem sua opção agora.
A minha é dizer NÃO a Garotinho!!!!

Sérgio disse...

É verdade, cada um pensa de uma forma e isso é legal numa democracia. Só espero que os candidatos não baixem mais o nível da campanha.
Penso diferente da Flàvia e do Flávio. Voto 12

Mário Teresa, disse...

Assim se faz a democracia!!
Com fatos, argumentos, razão... não com paixão!
O importante é estarmos conscientes de que estamos fazendo, cada qual ao seu modo, o que é melhor para Campos.
Um abraço querido Neto.